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Como Escolher Brindes Corporativos que Realmente Combinam com sua Marca

Ideias de brindes corporativos não faltam. Existem produtos para diferentes públicos, ocasiões, faixas de investimento e objetivos de comunicação. 

O problema começa justamente quando a empresa percebe que ter muitas opções não significa saber qual delas escolher.
 

Um brinde pode ser bonito, útil e bem produzido e ainda assim não fazer sentido para determinada marca. 

A escolha mais eficiente acontece quando o produto conversa com o público, com a ocasião e, principalmente, com aquilo que a empresa deseja transmitir.
 

Por isso, antes de olhar para um catálogo e escolher o primeiro item que chama atenção, vale começar por uma pergunta mais importante: que tipo de experiência a sua marca quer proporcionar?
 

Antes do Produto, Defina o Que a Empresa quer Comunicar

 

Imagine uma empresa de tecnologia entregando um presente para seus principais clientes. Ela pode escolher uma série de produtos diferentes.
Mas o resultado será muito mais coerente se o item escolhido reforçar características que já fazem parte do posicionamento da empresa, como inovação, praticidade ou modernidade.
 

O mesmo raciocínio vale para uma indústria, um escritório de advocacia, uma instituição financeira ou uma agência de viagens.
 

O brinde não precisa literalmente representar o segmento. Ele precisa fazer sentido dentro da percepção que a empresa deseja construir.
 

Essa mudança de perspectiva é importante porque tira a decisão do campo da preferência pessoal e leva para o campo da estratégia.
 

Um Mesmo Brinde Pode Funcionar Muito Bem Para Ema Empresa e Mal Para Outra

 

Não existe uma lista universal dos melhores brindes corporativos.
 

Um produto que funciona muito bem para uma equipe que trabalha em escritório pode não ser adequado para profissionais que passam a maior parte do dia em campo. 
 

Da mesma maneira, um presente interessante para clientes VIP pode não ser a escolha mais eficiente para uma ação com centenas de participantes.

Por isso, a primeira etapa é entender quem vai receber.
 

Considere:
 

  • - faixa etária e perfil profissional

  • - rotina de trabalho

  • - hábitos de utilização

  • - relação com a empresa

  • - quantidade de pessoas

  • - grau de proximidade com a marca

  • - contexto em que o presente será entregue
     

Quanto mais clara for essa definição, menor será a chance de escolher um produto apenas porque ele parece interessante.
 

O Objetivo da Ação Muda Completamente a Escolha



 

Depois de definir o público, vem uma pergunta que costuma ser ignorada: 

Por que a empresa está entregando esse brinde?
 

A resposta pode ser muito diferente em cada situação.

Se o objetivo é agradecer um cliente, talvez a prioridade esteja na qualidade e na apresentação.
 

Se a intenção é fortalecer uma campanha interna, utilidade e identificação com os colaboradores podem pesar mais.

Em uma feira ou evento, praticidade, quantidade e facilidade de distribuição podem ganhar importância.
 

Já em uma ação de final de ano, existe espaço para trabalhar reconhecimento, relacionamento e uma experiência mais completa.

O produto é consequência do objetivo. Não deveria ser o ponto de partida.
 

O Orçamento Não Deve Começar Pelo Preço do Produto

 

Definir um orçamento é necessário, mas existe uma maneira melhor de fazer isso do que simplesmente procurar o item mais barato.
 

Em vez de perguntar, “Qual brinde consigo comprar com esse valor?” comece pensando, “Quanto faz sentido investir nessa ação e em cada pessoa que receberá o presente?”
 

Isso permite avaliar a relação entre quantidade, público e importância da ação.
 

Uma empresa que precisa presentear 1.000 participantes terá uma lógica de investimento diferente daquela que pretende reconhecer 20 clientes estratégicos.
 

Isso também evita um erro comum: tentar usar o mesmo padrão de produto para públicos que possuem valores muito diferentes para o negócio.
 

A Frequência de Uso Deve Entrar na Decisão

 

Um dos critérios mais interessantes para comparar produtos é imaginar o que acontece depois da entrega. O presente será usado uma vez ou poderá acompanhar o destinatário durante meses?
 

Essa pergunta ajuda a separar produtos que funcionam apenas como lembrança daqueles que podem continuar presentes na rotina.
 

Copos térmicos, garrafas, mochilas, acessórios para trabalho e outros produtos funcionais podem ter essa característica dependendo do público e da ocasião.
 

Mas frequência de uso não significa que todo mundo deva receber o mesmo tipo de produto.
 

Uma mochila pode ser extremamente útil para um profissional que viaja ou se desloca diariamente, enquanto outro público pode aproveitar muito mais um item utilizado no escritório.
 

A utilidade precisa ser analisada a partir da rotina de quem recebe.
 

A Identidade Visual Não Precisa Dominar o Produto


copos personalizados para brindes corporativos
 

Outro ponto que merece atenção é a personalização. 
 

Colocar o logotipo da empresa é importante para identificar a origem do presente, mas isso não significa que a marca precise ocupar todo o espaço disponível.
 

Uma aplicação mais discreta pode funcionar melhor em determinados produtos e posicionamentos.
 

Também é possível trabalhar:
 

  • - cores institucionais

  • - gravação

  • - mensagens

  • - embalagens

  • - elementos gráficos

  • - nomes dos destinatários
     

A escolha da personalização deve acompanhar o estilo da empresa.

Uma marca sofisticada pode optar por uma aplicação mais discreta. Uma empresa jovem pode trabalhar uma identidade mais descontraída. 
 

Uma organização que valoriza sustentabilidade pode fazer escolhas coerentes também nos materiais e na apresentação.
 

O importante é que o produto pareça pertencer àquela marca.
 

A ocasião ajuda a definir o nível do presente

 

Não é apenas quem recebe que importa. Quando e por que recebe também.
 

Um produto entregue durante uma feira precisa cumprir uma função diferente daquele escolhido para marcar o encerramento de uma parceria.
 

Podemos pensar em pelo menos quatro cenários:
 

Ações de grande alcance

Quando muitas pessoas serão presenteadas, a disponibilidade, o custo por unidade e a facilidade de distribuição ganham peso.
 

Relacionamento com clientes

Aqui, a escolha pode priorizar utilidade, qualidade e uma apresentação mais cuidadosa.
 

Reconhecimento interno

Para colaboradores, o produto pode estar ligado a campanhas de incentivo, datas especiais, premiações ou celebrações.
 

Datas comemorativas

Em momentos como final de ano, aniversário da empresa ou celebrações importantes, existe uma oportunidade maior para transformar o produto em parte de uma mensagem de agradecimento.
 

A ocasião, portanto, ajuda a determinar quanto investir e qual experiência criar.


 

Quantidade Pode Mudar Completamente a Estratégia

 

Imagine duas empresas. A primeira precisa comprar 50 unidades para clientes importantes. A segunda precisa comprar 2.000 unidades para uma convenção. 
 

Mesmo que ambas tenham exatamente o mesmo orçamento total, as escolhas provavelmente serão diferentes.
 

Na primeira situação, pode fazer sentido investir mais por pessoa. Na segunda, será necessário encontrar um equilíbrio entre escala, qualidade, disponibilidade e personalização.
 

Por isso, a quantidade deve ser definida antes da escolha definitiva do produto.
 

Ela influencia não apenas o preço, mas também quais soluções são viáveis para a campanha.
 

O Valor Percebido Depende Mais do Contexto do Que Parece


Mulher segurando brinde corporativo
 

Preço e valor percebido não são necessariamente a mesma coisa.
 

Um produto relativamente simples pode ter grande aceitação quando é útil, possui boa qualidade e chega ao destinatário no momento certo.
 

Da mesma forma, um item de preço elevado pode não produzir o efeito esperado quando não tem relação com o público.
 

É por isso que uma escolha aparentemente simples pode exigir bastante cuidado.
 

A empresa precisa avaliar o conjunto: produto + qualidade + utilidade + personalização + ocasião + apresentação.
 

Quando esses elementos estão alinhados, o brinde tende a parecer mais coerente com a marca.
 

E Se a Empresa Quiser Trabalhar Com Produtos de Maior Valor?

 

Nem toda ação precisa seguir a lógica dos brindes tradicionais.
 

Quando o público é menor ou a relação comercial possui maior importância, produtos com maior valor agregado podem fazer sentido.
 

Uma garrafa térmica, por exemplo, pode unir utilidade e percepção de qualidade. Um copo térmico pode funcionar bem em ações de relacionamento com públicos que valorizam produtos para uso cotidiano. 
 

Uma mochila pode acompanhar clientes e parceiros em deslocamentos profissionais.
 

Já os kits corporativos permitem reunir diferentes produtos em uma composição pensada para determinada ocasião.
 

O ponto não é escolher o produto mais caro. É determinar qual nível de investimento é coerente com aquela relação.
 

Quando Um Kit Faz Mais Sentido do Que um Único Produto?

 

Há situações em que um único item não transmite tudo aquilo que a empresa pretende. Um kit permite construir uma composição.
 

Pode ser uma combinação voltada para trabalho, viagem, café, bem-estar ou uma ocasião comemorativa. A escolha dos produtos, nesse caso, precisa obedecer a uma lógica.
 

Não adianta reunir vários itens apenas para aumentar a quantidade. 

Uma composição bem planejada pode criar uma experiência mais completa justamente porque os produtos conversam entre si.
 

Essa pode ser uma alternativa interessante para clientes estratégicos, parceiros ou ações especiais de final de ano.
 

Faça este teste antes de escolher

 

Se a empresa ainda estiver em dúvida entre duas ou três opções, existe uma maneira simples de organizar a decisão.
 

Dê uma nota de 1 a 5 para cada produto nos seguintes critérios:

 

Critério

Pergunta

Público

O destinatário realmente utilizaria?

Objetivo

O produto ajuda a cumprir o propósito da ação?

Marca

Combina com o posicionamento da empresa?

Qualidade

Está de acordo com a percepção desejada?

Personalização

A identidade pode ser aplicada de forma adequada?

Ocasião

Faz sentido para o momento da entrega?

Quantidade

É viável produzir na escala necessária?

Orçamento

O investimento é coerente com a ação?

 

Essa avaliação ajuda a evitar uma decisão baseada somente em gosto pessoal.
 

E existe um detalhe importante: nem sempre o produto com a maior pontuação em um único critério será o vencedor.
 

O melhor resultado costuma vir daquele que apresenta o conjunto mais equilibrado.
 

O que evitar ao escolher brindes corporativos



 

Alguns erros aparecem justamente quando a empresa começa a escolha pelo produto.
 

Escolher apenas pelo preço

O menor custo unitário não significa necessariamente melhor investimento.
 

Escolher porque todo mundo usa

Um produto popular pode não ser adequado ao público específico da campanha.
 

Ignorar a quantidade

A disponibilidade e o custo podem mudar bastante conforme o volume.
 

Exagerar na personalização

Mais logo não significa necessariamente mais presença de marca.
 

Deixar a escolha para a última hora

Produção, personalização e logística precisam ser consideradas antes da data da entrega.
 

Escolher sem definir o objetivo

Sem saber o que a ação pretende alcançar, fica muito mais difícil determinar qual produto faz sentido.
 

A Melhor Escolha é Aquela que Parece ter Sido Pensada Para Aquela Empresa

 

Depois de analisar público, objetivo, orçamento, quantidade, ocasião, frequência de uso e identidade visual, a escolha começa a ficar muito mais simples.
 

E talvez esse seja o principal ponto:

não existe o melhor brinde corporativo de forma absoluta. Existe o brinde mais adequado para determinada empresa, público e situação.
 

É isso que diferencia uma escolha estratégica de uma simples compra de produtos personalizados.
 

Antes de procurar o item mais bonito, mais barato ou mais sofisticado, vale entender o que a empresa quer comunicar e qual experiência pretende proporcionar.
 

Quando produto, público e propósito estão alinhados, o brinde deixa de ser apenas um objeto com a marca estampada e passa a cumprir uma função dentro da comunicação da empresa.

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